Percurso

Dr. Gonçalo Jesus

Médico dentista · Cédula profissional OMD n.º 10234
CEO da Jesus Mar Couto — clínica de medicina dentária em Aveiro e Faíscas


A minha prática clínica é dedicada à cirurgia oral, à implantologia e à reabilitação oral, com particular incidência nos casos complexos e nos maxilares atróficos.

O Dr. Gonçalo Jesus à entrada da clínica Jesus Mar Couto — Medicina Dentária, na Avenida Dr. Lourenço Peixinho, em Aveiro
Jesus Mar Couto, Aveiro.

Antes da medicina dentária

Fiz desporto de competição durante mais de vinte anos. Pratiquei atletismo de alta competição, em meio-fundo e fundo, onde representei vários clubes na primeira divisão nacional e a seleção nacional de atletismo, no Campeonato da Europa de Corta-Mato disputado em Budapeste, em 2012.

O atletismo é uma modalidade em que o resultado se decide na preparação, ao longo de meses e de anos, e não no dia da prova. Nada do que se ganha se obtém por atalho, e nada melhora sem ser medido: é uma disciplina inteiramente feita de treino diário e de registo.

Na medicina dentária passa-se exatamente o mesmo. O resultado de uma reabilitação começa a ser determinado no planeamento, muito antes de existir cirurgia — e a capacidade de o fazer bem não se adquire numa época. Constrói-se como se constrói um percurso de alta competição até chegar à seleção nacional: ao longo de anos, caso a caso, com muitos casos planeados ao detalhe e com as horas que isso exige.

Quem me procura

Recebo pacientes de todo o país e do estrangeiro, e recebo casos complexos encaminhados por colegas — tanto para reabilitação com facetas como para colocação de implantes em situações de atrofia óssea severa.

Nos casos encaminhados, o tratamento é planeado e executado por mim e pela minha equipa e, concluído esse trabalho, o paciente é novamente encaminhado ao colega, para que possa continuar a acompanhá-lo.

Uma parte considerável das pessoas que me procuram chega depois de lhe ter sido comunicado que não havia solução para a sua reabilitação — seja com facetas, seja com implantes; neste último caso, por falta de estrutura óssea.

O que hoje me permite resolver estes casos são as centenas de casos complexos que resolvi antes — muitos deles, casos que já tinham sido dados por perdidos.

Como penso os casos

Cada caso tem a sua especificidade — a anatomia, a face, as condições clínicas de cada pessoa. Por isso não existe uma técnica única que resolva todos os casos, e não tenho uma técnica preferida.

Existe, sim, um conjunto de técnicas a ter em conta: implantes zigomáticos, pterigoideus, transnasais, ancoragem palatina, implantes angulados com bicorticalização, implantes curtos, implantes personalizados, as várias técnicas de regeneração óssea e a lateralização do nervo alveolar inferior. A escolha faz-se em função de duas coisas: a estrutura óssea existente e a reabilitação que se pretende obter.

Encontrar suporte ósseo é muito importante no planeamento. Mais importante ainda é garantir que esse suporte permite construir um sorriso que sirva à pessoa, com previsibilidade e com durabilidade — porque é isso, e não o número de implantes, que determina o resultado a longo prazo.

A decisão é tomada sobre uma avaliação clínica e um estudo radiográfico tridimensional — uma tomografia computorizada de feixe cónico, CBCT, também designada por raio-x 3D ou TAC, realizada nas nossas clínicas.

Por vezes perguntam-nos se a radiografia panorâmica não é suficiente. Apesar de ser um bom exame, e de dar uma visão geral da situação, é apenas uma projeção em duas dimensões: não quantifica o volume ósseo nem localiza as estruturas anatómicas. É sobre o estudo tridimensional que sei, antes de entrar no bloco, onde vai ficar cada implante.

Porque trabalhamos num fluxo digital em medicina dentária

Trabalhamos num fluxo integralmente digital por quatro razões concretas: é mais preciso, é mais previsível, é mais rápido e é mais confortável para o paciente.

Na prática, significa digitalizar em vez de estimar. Scanners intraorais, scanner facial, fotogrametria e registo dos movimentos mandibulares reúnem a informação do caso, e é sobre esses dados que o plano é construído. A cirurgia é depois executada de forma guiada ou navegada, para cumprir com exatidão o que foi planeado e manter a intervenção o menos invasiva possível — o que se reflete diretamente no pós-operatório e na recuperação.

A execução digital permite ainda produzir no nosso laboratório de prótese dentária, interno e integrado com a clínica. Significa comunicação direta com quem executa a reabilitação, em vez de comunicar por escrito com quem nunca viu o doente.

E significa poder sentar-me ao lado do técnico e ajustar, em projeto, os detalhes do sorriso que estou a ver na boca do paciente. Muitas vezes é o próprio paciente que vem ao laboratório acompanhar as alterações, até chegarmos ao resultado que idealizou. Para quem é tratado, traduz-se em menos deslocações, menos tempo de tratamento e maior previsibilidade daquilo que vai receber.

O Dr. Gonçalo Jesus e um elemento da equipa analisam um caso em planeamento digital no ecrã, na clínica Jesus Mar Couto
Planeamento digital na clínica: o caso é analisado e discutido diretamente com quem o vai executar.

Além disso, as clínicas dispõem de equipamento próprio de radiologia, incluindo CBCT e ortopantomógrafo. Quem chega sem estes exames poderá realizá-los no local, na mesma consulta de avaliação.

Currículo resumido

Assinatura de Gonçalo Jesus

Dr. Gonçalo Jesus · Médico dentista · OMD n.º 10234 · Setembro de 2026

Dr. Gonçalo Jesus
Nota biográfica

Dr. Gonçalo Jesus é médico dentista, inscrito na Ordem dos Médicos Dentistas sob a cédula profissional n.º 10234, e CEO da Jesus Mar Couto, clínica de medicina dentária com unidades em Aveiro e em Faíscas. Concluiu o mestrado em medicina dentária pela Universidade Católica Portuguesa e é pós-graduado em Cirurgia Oral pela mesma universidade, em Periodontologia e Peri-Implantologia Clínica pela CESPU e em Gestão em Saúde pela Universidade Católica Portuguesa / Porto Business School. Realizou ainda cursos internacionais, entre os quais o Master em Periodontologia e Terapia de Implantes da Hürzeler/Zuhr Academy, em Munique, e a formação em Cirurgia de Implantes Zigomáticos na Universidade de Barcelona. A sua prática clínica dedica-se à cirurgia oral, à implantologia e à reabilitação oral, com particular incidência nos casos complexos, nos maxilares atróficos e em casos referenciados por colegas. Antes da medicina dentária praticou desporto de alta competição durante mais de vinte anos, tendo representado a seleção nacional no Campeonato da Europa de Corta-Mato, em 2012.

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